Página não oficial do Concelho de Castanheira de Pera
Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2006
BOAS FESTAS

A todos os nossos 'leitores', aos que estão em Portugal e aos que estão esoalhados pelos diversos Paises do Mundo, o "Castanheiraemnoticia", deseja um Feliz Natal e um Ano de 2007 cheio das melhores alegrias e felicidade.

P'lo http://castanheiraemnoticia.blogs.sapo.pt/, um abraço amigo do

Filipe Lopo



publicado por Filipe Lopo às 11:16
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Presidente dos Bombeiros Voluntários Em Conversa Connosco

Direcção dos Voluntários de Castanheira de Pera, em final de mandato, conversa connosco

 

No final do mandato, quase a três semanas do novo acto eleitoral, fomos conversar um pouco com o actual Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pera:

Nome – Rui Jorge Mendes Reis Santos Alves

Idade – 33 Anos

Com a simpatia que lhe é característica e com a amabilidade que lhe conhecemos iniciamos uma conversa que, por muito que desejássemos é-nos impossível transcreve-la na totalidade. Assim, pensamos ter transcrito o que de mais importante se passou durante a nossa conversa.  

Noticias do Pinhal – Neste final de mandato, como se sente?

Rui Jorge Mendes Reis Santos Alves - Com vontade de continuar. Porque muito fizemos, mas muito mais está ainda por fazer.

Sinto-me bem, porque muito do que nos propusemos fazer, fizemo-lo. Não tudo. Mas muito. Para uma Direcção sem experiência nestas andanças, muito aprendemos e fizemos. Nunca baixámos os braços e nunca deixámos de arregaçar as mangas.

Por tudo isto, sinto-me bem: - Por ter o privilégio de ajudar e contribuir, como muitos outros, por esta “Casa” que é de todos nós. 

N.P. – Como tem sido o convívio e a colaboração entre a Direcção e o Corpo Activo? 

R.J.M.R.S.A. - Apesar de no inicio nos terem acolhido com alguma apreensão, o convívio e a colaboração da Direcção com o Corpo Activo tem sido muito boa. Todos nós trabalhamos para o mesmo fim, com a mesma vontade e com o mesmo espirito. É sobretudo muito bom termos ao nosso dispor Homens de qualidades fabulosas, com espirito de sacrifício e vontade de ajudar.  

N.P.  O que foi feito por esta Direcção durante este mandato de dois anos?

R.J.M.R.S.A.Esta resposta pode ser dada por todos e nunca deverá ser dada por nós, Direcção. O fruto do nosso trabalho está à vista: - Homens bem fardados; melhoria das instalações; veículos melhor equipados; novos veículos... enfim. Muito se fez neste biénio.

N.P.  Foram alcançados os objectivos propostos por si e pela sua equipa de trabalho?

R.J.M.R.S.A. Alguns. Não todos. Muitos requerem tempo. Não são projectos para dois anos, Mas esperamos conclui-los.

N.P. – Com as dificuldades inerentes da situação económica do País, como tem sido possível gerir esta Associação?

R.J.M.R.S.A.Com muita dificuldade dada a conjectura nacional e a falta de apoios a gestão não tem sido fácil, como se depreende.

N.P.  As cotas dos sócios, aliadas aos pagamentos dos serviços de Saúde e aos subsídios que recebem do Município, conseguem culmatar, de alguma forma; as necessidades sentidas?

R.J.M.R.S.A. Todas estas ajudas são muito boas, mas não suficientes para as necessidades sentidas no dia a dia. Teremos que no futuro conseguir novas formas de financiamento. Sabemos que não será fácil, mas há que tentar novas ideias, colocar em prática o que sempre fizemos nestes dois anos: - Arregaçar-mos as mangas sem receio do trabalho que nos espera.

N.P. – Que projectos estão nesta altura em andamento?

R.J.M.R.S.A.Há diversos projectos em andamento. Mas sobretudo a modernização das instalações e da frota automóvel, a instalação de uma cobertura oferecida pela Junta de Freguesia de Castanheira de Pera (na pessoa do seu Presidente, Sr. João Antunes, a quem agradecemos) para ampliação do Parque fechado.

N.P. – Sabemos que a actual Direcção tem em projecto, “para arrancar rápidamente”, um “anexo”, vamos chamar-lhe assim para melhorar as condições dos Homens do Corpo Activo. Quer comentar?

R.J.M.R.S.A.Com todo o gosto! Estamos há cerca de dois meses com obras de ampliação das nossas instalações que, dado ao mau tempo que se tem sentido, estão ainda em fase muito precoce. Já concluídas estão as obras de melhoramento da rede de abastecimento de Água no edifício e, em fase final de execução, as obras no Gabinete dos Chefes, Arquivo e Zona de Tratamento e Lavagem de Roupas.

N.P. – É desta vez que o velho sonho de muitos dos que passaram por esta casa, e de muitos jovens castanheirenses, será tornado realidade? Falo de instalações condignas para que haja jovens (meninas ou mulheres) do sexo feminino de novo ao serviço nos Voluntários de Castanheira de Pera?

R.J.M.R.S.A.Como é da vontade de muita gente e numa época em que as mulheres teem vindo a assumir um papel cada vez mais importante na nossa sociedade, creio que num futuro muito próximo o Corpo de Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pera passará por essa mudança, tornando-se um Corpo de Voluntários Misto. Esse é um dos motivos pelo que estamos a ampliar as nossas instalações: Para acolher Elementos Femininos, tal como há uns anos atrás.

N.P.  Aproxima-se o tempo do novo acto eleitoral na Associação. O Eng. Rui Alves, e a sua Equipa, tenciona recandidatar-se?

R.J.M.R.S.A. Como é do conhecimento geral, nem tudo a que nos propusemos foi já alcançado. Por essa razão e porque pensamos, e sabemos  ser uma Equipa Dinâmica, iremos recandidatar-nos e de novo arregaçar as mangas para continuar a executar o trabalho que nos espera e já iniciado.

N.P. – Com a vossa recandidatura, quais os projectos ainda não realizados e que irão retomar? Haverá novos projectos se continuar na Direcção desta Casa?

R.J.M.R.S.A. Como sabe, projectos há muitos e ideias ainda muitas mais. No entanto iremos melhorar e actualizar o Parque Automóvel, concluir as obras de ampliação, apostar ainda mais na Formação do nosso Pessoal. E embora pareça difícil, ou mesmo impossível de momento; tentaremos reduzir o nosso passivo.

N.P. – Quer deixar uma palavra aos Sócios e Amigos desta Casa?

R.J.M.R.S.A. – Sobretudo deixo aqui uma mensagem aos nossos Associados, Amigos e a todos aqueles que precisem dos nossos serviços: - De que esta Direcção tudo fará para lhes proporcionar um serviço eficiente, profissional e com muita qualidade.

Visitem as nossas instalações, venham falar connosco. Queremos que esta Casa seja uma porta aberta a todos os que nos quiserem visitar.

Acima de tudo, deixo aqui expresso o agradecimento sincero desta Direcção, a todos quantos nos teem apoiado apesar das dificuldades pelas quais temos passado. Obrigado.

E ao “Noticias do Pinhal”, o nosso agradecimento por esta oportunidade.

Para terminar: - A todos desejo um Feliz Natal e um Próspero Ano 2007.

=======

Da nossa parte, agradecemos a disponibilidade do Presidente da Associação dos Bombeiros Voluntários de Castanheira de Pera, Eng. Rui Alves.

 

Texto e Fotos:

Filipe Lopo

filipelopo@sapo.pt



publicado por Filipe Lopo às 11:14
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ATÉ SEMPRE, AMIGO!

Até Sempre Amigo,

 PAULO PALHEIRA

Depois do choque inicial e de lágrimas teimosas a correrem pela face; tivemos que encarar a dura realidade e aceitar o que a Vida nos entregara no fatídico dia 07 de Dezembro:

- O Paulo falecera.

A Vida, suave e dura; doce e amarga; encarregara-se de entregar o nosso Paulo Palheira á Morte cruel na IC8.

Que me importam as razões? Que me interessa as explicações dadas? Que tenho eu a ver com o “diz que disse” da voz popular?

Apenas me interessa saber que a dor causada pela noticia da partida do Paulo, nos deixa a todos sem fala e num estado de confusão completo em que se misturam as emoções num misto de ódio e revolta.

E a noticia recebera-a eu por SMS, por um outro amigo, que na altura me poupara á realidade dos factos, apenas me dando conhecimento do acidente... Obrigado Carlos.

Conheci o Paulo já lá vão muitos anos. Colaborava ainda para um outro jornal quando o conheci. De imediato se estabeleceu entre nós alguma amizade. O tempo foi passando até que o Paulo me convida para colaborar com o “Noticias do Pinhal”. Não aceitei de imediato. Só depois de algumas conversas em que na ultima o Paulo me fez a proposta que considerei ser a melhor e mais honesta, cerca de um ano depois. E aceitei então colaborar com o N.P.

O Paulo tinha sido sincero.

Honesto.

Nada prometera e eu aceitara colaborar e escrever para o “Noticias do Pinhal”.

Nunca mais deixámos de conversar. Trocar ideias. Discutir opiniões. Nem sempre de acordo, eu tinha no Paulo um bom amigo.

Muitas vezes, quando passava, em viagem, ligava-me e marcávamos o lugar de encontro. Era no Quase-Bar, aqui em Castanheira; que sempre nos abraçávamos e conversávamos um pouco. Depois... depois o Paulo seguia  a sua viagem após uns dedos de conversa.

Quantas vezes me encontrava com ele em Pedrógão, na Biblioteca, ou no Central? Sempre Amigo, sempre Presente.

-“Então, amigalhaço?”, era assim que iniciava as nossas conversas.

Testemunha de um mau momento que atravessava, sempre me incentivou e apoiou, não chegando a ter conhecimento que tudo correra como ele previra.

Obrigado Paulo.

Por isso mesmo é difícil entender o porquê da sua partida sem avisar.

O Paulo estava presente nos momentos em que precisávamos de algum apoio. Pessoalmente ou pelo telemóvel... O Paulo estava ali... apenas a uma curta distância.

E hoje, 08/12/2006; quando todos nos juntámos para te prestar o último adeus, fica na minha memória a Homenagem que tantas figuras públicas te prestaram, Paulo.

Para além da tua família, dos que amas-te á tua maneira; da tua querida Esposa e do teu Filho (com que orgulho me falavas deles, recordaste?) hoje, tiveste junto a ti os Amigos de toda a Comunicação Social Regional, Presidentes de Câmara e Juntas de Freguesia dos Concelhos vizinhos (Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, entre outros); Presidentes de alguns Clubes de Futebol da Região e de muitas outras Associações.

O Governador Civil do Distrito de Leiria; o Provedor do Inatel; antigos Deputados á Assembleia da Republica, como Júlio Henriques... ... ...

E o Povo anónimo? Esse, que te conhecia bem, que no dia a dia te apertava a mão; te dava um beijo, um abraço; e, com ansiedade, esperava que lhes chegasse ás mãos o ‘nosso Jornal’, foi esse mesmo Povo que disse presente e te acompanhou até ao fim. Eram centenas, Paulo.

Numa Homenagem singela mas verdadeira.

Centenas...

Mas porquê hoje?

Não compreendo... ... possivelmente não quero.

Tu mereces mais do que isto, bom amigo. Mereces que a dedicação ao teu Concelho e á Região que tanto te empenhas-te em defender, te tivesse prestado a devida Homenagem ainda antes da tua partida.

Lembras-te dos Atletas do Recreio Pedroguense? Por certo os terás visto ali, todos; incomodados com a dor da partida súbita do seu Presidente, unidos no último adeus que te disseram.

Levaram-te em ombros, com Honra.

Despediram-se de ti como se fosse a final do Campeonato... mas do Campeonato da Vida que perderas cedo de mais...

Com os olhos embaciados das lágrimas que lhes corriam pela face, mostrando os seus mais sinceros sentimentos, sem vacilar!

Recordas-te do Gonçalito? Ele também lá estava, de muletas, quis ser o último da longa fila que te acompanhava. Mas estava ali. E juntos recordámos alguns dos bons momentos que contigo passáramos.

Quiseram todos, sem excepção; dizer-te que o teu projecto não iria morrer contigo.

Lembro-me que na homilia na Igreja Matriz de Pedrógão, o Rev. Pároco Júlio dizia que a tua partida “era uma ferida aberta no seio da Comunidade Pedroguense”.

Será que alguém entendeu?

Mesmo no silêncio que se fez sentir enquanto escutávamos o solo do trompete, e os pensamentos ocorriam entre as lágrimas dos presentes, terá ocorrido a alguém o verdadeiro significado da frase do Rev. Júlio?

Já no exterior, de novo, todos os Atletas do Recreio Pedroguense te rodearam e em unissimo lançaram o grito da vitória e uma salva de palmas pelos presentes, finalizou o momento....

O Céu, que até ao momento da saída para a tua última morada se mantivera sossegado, quis então derramar as suas lágrimas e, durante o caminho, pelas calçadas que bem conhecias das ruelas estreitas, a chuva teimou em estar presente, quais lágrimas derramadas pela dor sentida.

Teimosamente, não consigo segurar as pequenas gotas que correm pela minha face. Tenho à minha frente a tua foto, Paulo. Foi a última que te tirei. Sei que não deste conta. Foi antes do jogo com a Equipa do Sporting de Pombal, no passado dia 11 de Novembro. Foras até junto dos Jovens Juvenis e, como é teu hábito; deixaste-lhes umas palavras de incentivo e dever de honrar o Emblema que levam sempre ao peito.

Embora já junto á tua morada ‘eterna’, não quero acreditar que não te tornarei a ver de novo nos locais habituais.

E os teus amigos? Porque os deixas-te? A Sandra e eu próprio, aflita agora com a possível última edição do ‘nosso Jornal’, não tornará a ver a tua presença na Sede do “Noticias do Pinhal”. A tua ajuda material e pessoal já não será possível.

Apesar dos momentos de angústia que a tua partida apressada proporcionou; continuo a não entender porque nos deixas-te tão cedo... mas entendo que onde quer que agora estejas, estarás olhando por nós, tentando passar-nos as tuas ideias, lançando algumas estrelas cadentes como recados... ...

Para ti, Paulo; o meu, o nosso, obrigado pelos momentos que passámos juntos...

ATÉ SEMPRE, AMIGO!

Filipe Lopo

Colaborador do Jornal

“NOTICIAS DO PINHAL”

filipelopo@sapo.pt



publicado por Filipe Lopo às 11:12
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006
PORTLUZE Sofre as Consequências do Temporal

PORTLUZE Sofre as Consequências do Temporal

 

O temporal que se abateu sobre Portugal no fim de semana de 24 a

26 de Novembro, deixou marcas profundas também em Castanheira de Pera.

Chuvas torrenciais, ventos fortes aliados á falta de luz, trouxe alguma confusão em alguns sectores.

Em Castanheira de Pera, a fábrica e Portas e Móveis situada no Safrujo, Mini Parque Industrial; a PORTLUZE, sentiu bem os efeitos do referido temporal.

Tudo começara repentinamente pelas 17H15 do dia 24, quando uma forte chuvada se abateu sobre o Concelho Castanheirense, não durando mais do que cerca de quinze minutos.

Quinze minutos em que a Ribeira de Pera, já de si com grande caudal divido ás chuvas constantes dos últimos dias, transbordou nas suas margens, com um caudal a atingir em alguns locais uma altura de mais de um metro relativamente ao caudal normal.

Nós fomos chamados para fazer a reportagem só no dia seguinte. A aflição sentida pelos funcionários e sócios da PORTLUZE, nada mais deixou que pensassem senão em salvar máquinas e madeiras existentes nos pavilhões da fábrica. Eram o seu ganha pão.

Apesar de só chegarmos ao local no dia seguinte ás cheias do dia anterior, o que vimos deixou-nos abalados.

No interior da fábrica, as marcas da água nas paredes davam conta do sucedido nas  horas de aflição do dia 24.

Madeiras, portas e alguns móveis já prontos para entrega, estavam em tal estado, que fácilmente se constatava da sua inutilidade quer para trabalho quer para entrega.

José Costa, o Sócio maioritário; desabafa dizendo que desde 1995, ano em que a PORTLUZE tinha sido constituída, nunca vira nada igual.

Ali ao lado, dois funcionários tentavam limpar a lama retirando-a do interior da fábrica, ao mesmo tempo que iam tentando colocar ainda a salvo, “não venha para aí nova tempestade... Olha pr’ás nuvens...”; a madeira que não tinha sido atingida pela enxurrada que no dia anterior entrara por ali a dentro.

Não queiras saber, Filipe. Foi uma autêntica aflição. A água entrava por todo o lado! ... De repente ficámos com água pelos joelhos... foi demais! Vês ali a serradura? Não valeu de nada... ... Tentámos de tudo. Enquanto tentávamos tapar de um lado as frechas, a água entrava pelo outro lado oposto. Só visto...

Nós mal falávamos. O Sentimento de angustia de quem ali estava, funcionários e proprietários, sentia-se no ar. Por todo o lado via-se serradura por onde a claridade tentava entrar ‘rente ao chão’, juntos aos portões e portas de entrada, numa tentativa clara de impedir a entrada da água.

Tentativa essa que de nada valeu. A água entrara por todo o lado, passando por cima dos motores das máquinas.

Pinho, Carvalho, Faia, Mogno e Castanho, foram algumas das qualidades de madeira estragadas, para além das máquinas inoperáveis, com motores queimados, os cerca de 14 funcionários de ambos os sexos, que ali trabalham, temem agora pela seu trabalho, embora quer José Costa quer o seu outro sócio, tenha já garantido que nenhum dos seus trabalhadores ficará sem trabalho. “O que poderá acontecer, será que tenhamos que estar em casa um ou dois dias, sem fazer nada”, no entanto, apesar dos já contabilizados numa primeira fase e de forma rápida, os cerca de noventa mil euros de prejuízo

 

 

Filipe Lopo

filipelopo@sapo.pt



publicado por Filipe Lopo às 10:37
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ÚLTIMA HORA - PAULO PALHEIRA

ÚLTIMA HORA

NOVO ACIDENTE MORTAL NA IC8

Se há noticias que nos custam a escrever e delas dar conhecimento, esta é uma delas.

Da minha parte, perdoem-me a franqueza;  é com profundo pesar e sentimento de uma revolta interior que o faço:

- PAULO CÉSAR PALHEIRA, Director do Jornal NOTICIAS DO PINHAL, Jornal Regional com Sede em Pedrógão Grande, faleceu esta madrugada após acidente grave na IC8, perto do Avelar.

Paulo Palheira era funcionário da Câmara Municipal de Pedrógão Grande, onde trabalhava na Biblioteca Municipal; era também Presidente do Recreio Pedroguense.

Pessoa amiga e Director do nosso Jornal, deixa uma lacuna no seio da Comunicação Social Regional.

À sua Esposa, Filho e restante familia, os nossos muito sinceros pêsames.

 

Filipe Lopo

Colaborador do Jornal

“NOTICIAS DO PINHAL”

filipelopo@sapo.pt

 



publicado por Filipe Lopo às 09:35
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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006
OPINIÂO...

OPINIÃO

 

Tudo se passou há dias (02-12-2006) no que deveria de ser o clássico entre Pedrógão Grande e Castanheira de Pera.

Tratava-se de um jogo de futebol entre as duas equipas de Juvenis dos dois concelhos, vizinhos, distantes entre si por apenas cerca de 12 Km: - A Equipa do Recreio Pedroguense e a do Sport Castanheira de Pera e Benfica.

Antes de continuar, desejo sinceramente dar os meus parabéns aos Jovens atletas de ambas as equipas que se debateram em campo como verdadeiros profissionais, proporcionando a quem assistiu e gosta de ver futebol, simplesmente momentos de excelente execução e esforço, com ambos os lados procurando o tão desejado golo da vitória.

Ganhou o Sport Castanheira de Pêra e Benfica.

Entre a diferença da técnica e da força, digamos que sem qualquer dúvida ganhou a força.

A força em campo, com entradas mais tempestivas e correntes no futebol, e a força de querer fazer melhor. Parabéns a estes rapazes.

Parabéns ao Tó Zé Medeiros, ao Frederico e ao Pedro Veras, Treinador e Directores do SCPB; pela sua postura em campo, e fora dele; responsáveis que souberam estar no local e, também, saudar os jovens atletas que nesta época deixaram o Sport Castanheira de Pera e Benfica para passar a representar o Recreio Pedroguense.

Dignos representantes dos cargos que ocupam.

Quanto aos Jovens referidos, falo do Francisco, do Ismael e do Renato. - A estes também uma palavra de apreço pela sua conduta em Campo e fora dele. Há, sempre, que saber respeitar os outros.

-O mesmo já não posso dizer de algumas pessoas afectas ao mesmo Clube (SCPB) que, nas bancadas; proferiram palavras injuriosas contra os referidos jovens, sendo que dois deles fazem parte do Corpo Directivo do SCPB.

Sinto-me triste.

Triste, porque sou Castanheirense e defendo a minha Terra, sendo incapaz de ofender qualquer pessoa, jovem ou mais velha; que tome decisões contrárias aos meus pensamentos.

Triste, porque quem de tal forma actuou, não tem qualquer moral, mesmo no seu concelho; para “dar sermões” seja de que espécie for ou seja a quem for, principalmente no que respeita ao futebol.

A sua conduta, até pelas atitudes tidas em diversos jogos de futebol; tem demonstrado que não sabem estar na Vida, nem sequer, neste caso concreto; acarinhar os Jovens que deixaram o SCPB para que um dia, rapidamente se possível; regressem ao seu Clube de coração, ao Clube que durante quatro anos os manteve juntos.

Sobre este tipo de Dirigentes, deixo estas perguntas para que responda quem souber:

- Será que é com responsáveis deste género pelo futebol regional, que este seguirá em frente?

- Será com esta espécie de directores desportivos que acabam as divergências entre os Concelhos vizinhos?

- Será que estes indivíduos propositadamente praticam estes actos para incentivar à discórdia entre adeptos e jogadores?

- Será ou terá sido uma dessas razões que levaram a que os Jovens Castanheirenses deixassem o SCPB?

- Será que na AFL não existe ninguém que tenha conhecimento dos actos de alguns Dirigentes desportivos e os impeça de continuar em funções?

Se um dia alguém ofender o pai dos vossos filhos ou a mãe, com um destes a  escutar, qual será  a reacção de alguns destes dirigentes tão certinhos?

Respondam sinceramente para vós próprios… …

Já agora uma palavra ao Sr. Jorge Miguel, árbitro principal deste jogo, nomeado pela Associação de Futebol de Leiria:

- Aconselho-o a rapidamente fazer uma reciclagem a nível da Arbitragem.

Sabe?

Nas camadas Jovens há que acima de tudo saber também ensinar e não só repreender. Como o caso do cartão vermelho mostrado ao jogador do Pedroguense, que sinceramente não entendi a razão (e estava junto ao lance a fazer as fotos, recorda-se?); assim como é necessário dar-se explicações porque se anula golos limpos.

Diz a Lei 10, das LEIS DO JOGO; sobre a MARCAÇÂO DE GOLOS:

LEI 10 = Um golo é marcado quando a bola transpõe completamente a linha de baliza, entre os postes e por baixo da barra, desde que nenhuma infracção às Leis do Jogo tenha sido previamente cometida pela equipa a favor da qual o golo será marcado.

Como não vi nenhuma infracção que levasse a que o golo referido fosse anulado, desculpe a franqueza: - Mas o amigo terá sentido satisfação ao sentir a revolta dos atletas prejudicados sem razão?

Parece-me sinceramente que sim.

E num jogo em que apesar dos SCPB estar a ganhar ao Recreio Pedroguense, tudo se estava a passar de forma limpa e honesta entre os jovens de ambas as equipas até ao momento em que o Sr., Juiz deste jogo; decidiu intervir nas jogadas.

Há que ter um pouco de mais bom senso e saber ajuizar de forma correcta e justa os lances em que, parece-me, nenhum dos árbitros (com os fiscais de linha inclusivé) estavam atentos, e existiram vários para ambos os lados.

É pena.

 

Filipe Lopo

filipelopo@sapo.pt



publicado por Filipe Lopo às 16:46
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