Página não oficial do Concelho de Castanheira de Pera
Quinta-feira, 31 de Julho de 2008
Hoje estou danado...

Recebemos há dias um email de um Amigo, o bom Amigo Diamantino, que tendo vivido em de Castanheira de Pera desde a sua meninice, a sua vida profissional levou-o até outros locais.

Dele transcreve-mos na integra o email enviado, cujo assunto sobre o Poço Zé Veras, poderá não ser do agrado de muitos, tal como refere no email enviado:

 

                   "Hoje estou danado...

 
Que me desculpe o meu grande amigo Filipe Lopo, de utilizar uma frase de sua autoria, mas estou verdadeiramente danado.
Gosto da Castanheira como se fosse a minha terra de nascença, ninguém pode negar a minha entrega, dedicação, empenho, nas diversas actividades onde estive inserido, sempre dei o meu máximo durante quase vinte anos que vivi nessa localidade.
Hoje por motivos simplesmente laborais, não vou tão assiduamente à Castanheira como era a minha vontade.
Lá virá o dia em que em gozo da minha reforma, poderei, quem sabe; regressar de vez para terminar um sonho algum tempo idealizado.
E estranho de quando em vez ao regressarmos, ás “nossas origens “ nos invade aquela sensação do passado.
Fico triste quando tenho conhecimento de que pessoas que me foram queridas, já não se encontram entre nós.
Algumas vezes instala-se em nós aquela revolta, não somos capazes de compreender o porquê de certas coisas acontecerem, a vida está cheia de surpresas e quanto menos se espera, recebemos aquela triste noticia e instala-se em nós o vazio, a indignação “ aquele porquê grande absoluto.”....
Bem mas eu estou danado, também por isso, mas principalmente por uma situação que  me deparei, num fim-de-semana que estive em Castanheira, mais propriamente nos Moredos.
Moredos para quem não sabe é aquela pequena povoação a norte da Castanheira. Sim aquela que fica a cerca de mil metros da bonita Praia das Rocas.
Aquela que tem agora a nova rotunda do Safrujo, (já era tempo).....
Mas o que vou relatar, talvez não seja exposto porque vai com certeza incomodar.
Ora lá vai um pouquinho de história...
A Ribeira de Pera, também passa no lugar dos Moredos, e perdoe-me por não colocar por palavras minhas o encanto a beleza a formosura dessa ribeira, pois alguém já escreveu essa beleza, e eu vou utilizar essas palavras como fossem minhas.....
“Num vale onde reina o verde, a Ribeira de Pêra percorre turbilhante o seu caminho, despenhando-se abruptamente de açude em açude, de cascata em cascata, numa mescla de tons verde água e de sons vários, num cenário naturalmente inexplorado.”
“As piscinas e os carreteiros que ligam a serra à ribeira proporcionam aos visitantes uma multiplicidade de prazeres que se desdobram em actividades que vão desde a aventura ao simples desfrutar relaxante da natureza.”
Eu diria que poesia, que encanto.
“ despenhando-se abruptamente de açude em açude “
Quem e que nos tempos da sua infância não tomou banho nesses açudes, apesar da descargas das fábricas com tintos e do pessoal mudar de cor de minuto em minuto, era tudo uma verdadeira festa, o pessoal queria era abafar o calor dos tórridos verões.
Lembro-me do Poço do Carvalhas, do agora bem preservado Poço Corga, do já extinto Poço Borralheiro (ou designado poço das calhandras) e de tantos outros..... 
 Até que chega ao açude do conhecido pelo poço “ Zé ou Manel Veras “.
Nunca compreendi o nome dado a esse poço, mas mistérios à parte, vi e entristeceu-me, o cenário desolador, daquele velhinho poço.
 Foi completamente esquecido e abandonado, o mato impera nas suas margens e não está pior graças à teimosia de alguns utilizadores.
Não esqueço a frase “ proporcionam aos visitantes uma multiplicidade de prazer “ 
E termos de facilitar, o caminho que leva ao poço, até não está muito mau, para veículos 4x4. Ou simplesmente podemos ir a pé, afinal o poço dista de cerca de 100 metros até a estrada principal, não fossem alguns silvedos e ervas que crescem naturalmente, e algum desnivelamento tendencioso do acesso.
Em termos de variedade, temos muita, ervas silvas, mais ervas, mais silvas, são tantas que até o antigo moinho sucumbiu por entre a vegetação.
E depois aquela ultima frase “ simplesmente desfrutar relaxante da natureza”
É certo que é natureza, é certo que tem que ser preservada mas assim tanto não acho que seja normal.
Não se poderiam tirar umas silvas (As amoras-silvestres são o fruto (pseudobaga) de arbustos (amoreira-silvestre) do género Rubus, vulgarmente designados como silvas, da família das rosáceas ), e limpar o terreno (não sei a quem pertence) para arranjar um espaço para o pessoal poder então desfrutar da relaxante natureza..
 
Perdoem-me se esta minha “danação “ ferir susceptibilidades de alguém, mas esqueçam neste verão um pouco a Praia das Rocas, o Poço Corga, e venham dar um mergulho ao Poço Zé ou Manel Veras.
A já me esquecia, tragam galochas e uma catana para desbravar o mato.
Pois é, aqui está o porquê de eu estar danado".
 
(Bom amigo Diamantino: - Como tens visto não tenho actualizado o Blog. Mas o assunto por ti enviado é pertinente... e de facto está na hora de alguém verificar esse belo local que tão boas e fabulosas recordações nos trazem. Um abraço Amigo, do Filipe Lopo)


publicado por Filipe Lopo às 21:47
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Quinta-feira, 10 de Julho de 2008
Stº António da Neve - 12º Encontro dos Povos da Serra

12º Encontro dos Povos da Serra

 

No próximo dia 12 de Julho de 2008, o Stº António da Neve será palco do 12º Encontro dos Povos da Serra, onde estarão presentes povos idos de locais como Castanheira de Pera, Góis, Pampilhosa da Serra, Miranda do Corvo e Lousã entre muitos outros.

O dia será passado em são convivio partilhando todos os seus 'acepipes'  e colocando a conversa em dia aqueles que não se veem durante todo o ano.

No local, a mais de mil metros de altitude, a serenidade do lugar e a beleza que o rodeia, traz á memória recordações únicas e especiais.

O Encontro dos Povos da Serra, é "organizado" pela CAPERARTE, Associação de Castanheira de Pera ( a quem pertence a iniciativa do evento), e Jornais "O Mirante", "A Comarca" e o "Trevim".

Filipe Lopo

filipelopo@sao.pt



publicado por Filipe Lopo às 15:00
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Resultados Full Contact Fighters KX4 WUFC realizado dia 05-07-2008

Os resultados oficiais da prova de Full Contact Fighters KX4 WUFC realizado dia 05 de Julho de 2008, são os seguintes:

-

Defesa do Titulo Mundial Profissional de Ultimate Full Contact / Vale Tudo -83Kg 3 X 5

Jaroslav Poborsky (Republica Checa) Vs Rafael Silva (Portugal)

Vencedor: Rafael Silva por submissão (Guilhotina)  aos 1:50 do 2º round

FC 5X2

-61Kg Luís Neves (Viseu) Vs André Marcelino (Fátima)

Vencedor: Luis Neves por KO aos 1:19 do 3º round

UFC 2X5

-85Kg Divino Rui (Viseu) Vs Luís Silva (Guimarães)

Vencedor: Empate

LK 4X2

-70Kg Vitaliy Kalynyuk (Viseu) Vs Francisco Vieira (Porto)

Vencedor: Vitaliy Kalynyuk por unanimidade

UFC 2X5

-63Kg Sergiu Ghilescu (Fatima) Vs Miguel Salgado (Guimarães)

Vencedor: Sergiu Ghilescu por desistência

K-1 3X3

-85Kg Klebber Vandamme (Lisboa) Vs Bruno Silva (Guimarães)

Não realizado

LK 4X2

-73Kg Eduardo Lopes (Viseu) Vs Pedro Leite (Porto)

Vencedor: Eduardo Lopes

LK 4X2

-73Kg Jani Mauricio (Viseu) Vs Jorge Sousa (Porto)

Vencedor: Jani Mauricio

UFC 2X4

-65Kg Óscar Nave (Viseu) Vs João Santos (Viseu)

Vencedor: Óscar Nave por submissão (Arm lock) aos 1:50 do 2º round

UFC 2X4

-55Kg André Batista (Viseu) Vs Tomas Lopes (Viseu)

Vencedor: André Batista por submissão (Mata-leão) aos 2:46 do 1º round

 

Estes resultados podem ser confirmados na página da www.fpfullcontact.com, assim como podem ser vistas algumas fotos do evento.

 

FilipeLopo

filipelopo@sapo.pt

 



publicado por Filipe Lopo às 14:40
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94ºANIVERSÁRIO DO CONCELHO _ Discurso Srª. Presidente Da Assembleia Municipal

(…) Meus senhores, minhas senhoras, votos de um dia muito especial para todos.

Mais um ano passou sobre esta terra que, apesar da bonita idade de 94 Primaveras, parece estar cada vez mais rejuvenescida.

Os desafios que enfrenta dão-lhe sem dúvida, um alento muito próprio, uma força muito genuína para continuar em frente e confiar naqueles que abraça.

E quando falo de confiança, refiro-me a todos os Castanheirenses que dia após dia, apesar de tantos ventos contrários, teimam em conduzir este barco a bom porto, hoje e como sempre o fizeram.

Teimosa e destemida, esta gente serrana! Não fosse a sua massa, moldada pelas agruras da serra e amaciada pela frescura do verde…

Não são fáceis os tempos que atravessamos, como também o não foram em muitas épocas da nossa história. Mas é em momentos como este, que se vê a força das gentes, que se mede a vontade de um povo.

Quando tudo está bem, quando tudo corre bem, quando os esforços não são necessários e não é preciso “deitar mãos à obra”, aí, não conhecemos verdadeiramente a alma de que cada um é feito.

E a alma de um verdadeiro Castanheirense, é de uma grandeza enorme, pode ser crítico, e é bom que o seja, pois gente muito conformada, amorfa, é sempre de desconfiar.

Mas o verdadeiro Castanheirense, sempre soube usar a crítica de uma forma construtiva; a obra, para ser boa, carece de muitas opiniões, de muitas reflexões. Venham de onde vierem, merecem ser escutadas mas, apenas a mais sábia, aquela que melhor serve o concelho, deverá ser seleccionada.

“Os velhos do Restelo” sempre utilizaram um tom de voz muito agressivo, argumentos catastrofistas mas, em Castanheira, não conseguem fazer passar a sua mensagem, porque esta, é uma terra que não tem medo de desafios, que acredita no futuro e acima da tudo, confia nas suas gentes e nas suas capacidades.

Há pouco, alguém escreveu: “Eu sou Castanheirense e gosto muito da minha terra. Não nasci aqui, nasci em Coimbra na maternidade do Dr. Bissaya Barreto, que também era Castanheirense”.

Li também, noutro lado o seguinte: “A Praia das Rocas dá muitas vezes na televisão e as pessoas vêm cá passar as suas férias e gostam, eu também, vou lá muitas vezes  e gosto sempre”.

Talvez estas duas citações vos surpreendam, não são de gente célebre, que já viveu muito e reflectiu muito mais, nomes sonantes ou merecedores de estátuas.

São citações de duas crianças Castanheirenses, daquelas crianças que acreditam em Castanheira e a vêem de um modo simples, mas verdadeiro.

O trabalho de todos nós, terá que ser feito, principalmente pensando nelas, naquilo que lhes vamos entregar, para que continuem a orgulhar-se de serem Castanheirense.

Saibamos dialogar com os nossos jovens. Tal como já aqui apelei, ouçamos o que têm para nos dizer, canalizemos os seus sonhos, as suas ambições, os seus projectos para a grande obra que estará sempre em construção e que se chama “Castanheira de Pera”. E, já agora, paremos de nos lamentar, como diz o povo: “Tristezas não pagam dívidas”, e a nossa, não é pequena, mas justifica-se pela obra.

Se olharmos à nossa volta, ao contrário do que muitos sussurram maldosamente, vemos que o concelho não está parado, faz-se obra. Ou será que por exemplo a construção do Jardim da Infância e da Circular Norte, entre outras, não são obras?
São, são obra da maior importância, para hoje e para o futuro!

Saibamos todos, mais uma vez, arregaçar as mangas e “meter mãos às obras”.

Será sem dúvida o grande desafio que aqui deixo nesta data tão importante, o desafio de “Juntos” vencermos por Castanheira e, para Castanheira.

Eu sei, que todos sabemos que somos capazes. 

4/7/2008

Maria da Conceição Pereira Soares



publicado por Filipe Lopo às 14:35
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008
94ºANIVERSÁRIO DO CONCELHO _ Discurso Sr. Presidente Da Câmara Municipal

                                 94ºANIVERSÁRIO DO CONCELHO

4 DE JULHO DE 2008

 

 

Dirijo, as primeiras palavras a Sua Ex.ª O Governador Civil do distrito de Leiria. Elas são, naturalmente, para apresentar cumprimentos de boas vindas, saudar a sua presença e agradecer-lhe ter-se dignado presidir às cerimónias comemorativas da fundação do concelho. É para nós um grato privilégio receber V.ª Ex.ª no Salão Nobre desta Câmara Municipal e em data tão significativa para o nosso concelho.

De igual forma, cumprimento, saúdo e agradeço, penhoradamente, a presença de todos quantos quiseram acompanhar-nos nesta sessão comemorativa do 94º aniversário do concelho, que hoje se assinala.

Minhas senhoras e meus senhores,

Comemorar Castanheira levar-nos-á sempre a fazer uma viagem. Uma viagem com dois sentidos e tempos bem distintos, mas com um significado muito semelhante, porque indissociável.

É nestas andanças e desandanças que, cruzando o passado já conhecido, com o tempo que há-de vir, se constrói o futuro. Tarefa bem mais complexa e exigente porque desconhecida, mas que pode preparar-se desde que se conjuguem os verbos querer, fazer e concretizar.

E se hoje nos é decantada a história, servindo-nos um passado recheado de episódios que nos orgulham, aguarda-nos, seguramente, um futuro que a todos convoca.

Parece-nos, mesmo, fundamental ter uma capacidade avaliativa que nos permita compreender o que aconteceu até aqui e, especialmente, tentar perceber para onde caminhamos. Vale bem a pena, cremos nós, fazer no feriado municipal esse balanço, e a projecção possível sobre o futuro que nos espera.

E torna-se tão mais importante fazê-lo quanto maior é a vontade deste executivo em se ver acompanhado pelas forças vivas locais, criando dinâmicas conjuntas e parcerias activas que congreguem esforços orientados para objectivos comuns.

Se é certo que o futuro pode ter uma componente de sonho, também não deixa de ser verdade que cada vez mais ele tem que ser uma tarefa colectiva, onde a estratégia, o trabalho, a dedicação e o empenho marcam uma presença cada vez mais constante e assumem papel preponderante.

Urge pois, termos a capacidade de criar uma expectativa positiva capaz de contrariar o lamento constante do “isto está mau”, mensagem inibidora e que só nos estagna a vontade e nos limita a iniciativa.

Urge pois, termos a capacidade de nos guiarmos por uma nova mentalidade empreendedora capaz de enfrentar, com sucesso, estes tempos de mudança, naturalmente, incertos e comportando riscos, mas geradores de grandes oportunidades e realizações que advêm do engenho e arte de cada um, mas também da audácia.

Não há estratégia nem esforços que dêem resultados sem a mobilização de todos, de forma a potenciar os recursos disponíveis, proporcionando um desenvolvimento harmonioso ao nível económico, social e cultural, reforçando a nossa identidade para que possamos continuar a sentir orgulho em sermos castanheirenses.

É neste quadro que o trabalho desenvolvido nos últimos anos tem permitido ver hoje com mais clareza a estratégia e o modelo que devemos seguir, sempre com gigantesca determinação.

Mais do que nunca é a hora de apostar, de correr riscos, ainda que calculados, e de acreditarmos que a nossa vida pode mudar, que a nossa actividade pode ganhar qualidade e que as nossa iniciativas têm todas as condições para se desenvolverem.

Ouso mesmo citar Fernando Pessoa, um dos poetas que mais admiro, num pequeno excerto que reflecte, em nossa opinião, o momento particular da nossa vida colectiva:

                        “Há um momento em que é preciso

                         Abandonar as roupas usadas

                         Que já têm a forma do nosso corpo

                         E esquecer os nossos caminhos

                         Que nos levam sempre aos mesmos lugares.

                         É o tempo da travessia

                         E se não ousamos fazê-la

                         Teremos ficado para sempre

                         À margem de nós mesmos.

Minhas senhoras e meus senhores;

Estamos certos das exigências e da responsabilidade com que catapultámos este concelho.

Não nos resignámos nem aceitámos a falsa ideia de que por sermos um concelho de pequena dimensão e termos uma posição marginal face aos grandes eixos viários, tínhamos que nos acomodar.

Ao invés, socorremo-nos de uma vontade ímpar para ultrapassarmos dificuldades e constrangimentos e traçámos uma linha de rumo.

Somos, hoje, um concelho infra-estruturado, ordenado, equipado, seguro e ambientalmente preservado. Tudo isso só pode constituir vantagem na oferta de bem-estar e qualidade de vida dos cidadãos.

Estamos convictos que nos dias de hoje e face a tantas dificuldades só mesmo por distracção ou má-fé se pode ignorar o muito que se tem feito neste domínio.

Os castanheirenses estão atentos e reconhecem o esforço.

Sentem hoje que há melhores acessos, equipamentos de mais qualidade, serviços mais eficazes, maior dinâmica nas estratégias de promoção.

Sabem o muito que se tem feito, mesmo num momento tão difícil quanto este. Quiçá dos mais difíceis dos últimos tempos, mas que colocou à prova a nossa capacidade de aceitar desafios e de os ultrapassar.

E vemos, por vezes, esse nosso esforço compensado…

Em termos de acessibilidades e, fruto de um empenho constante, é já uma garantia que o Estado vai assumir integralmente a construção da Variante do Troviscal.

Da mesma forma, foi assumida a requalificação da Estrada Regional nº 347 que liga Castanheira de Pera ao Espinhal, no concelho de Penela.

Não poderia, também, deixar de fazer referência à conclusão do IC8 e a construção do IC3 (Tomar – Coimbra) como duas obras que também muito beneficiarão toda esta região.

Realce, ainda, para a assinatura recente de um contrato de financiamento para a construção da nova Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico e que nos vai permitir concluir o Centro Escolar e dar um salto qualitativo e com elevado significado no que concerne aos equipamentos educativos.

Não querendo maçar-vos, não poderíamos, contudo, deixar de partilhar convosco alguns dos mais recentes anúncios felizes para Castanheira.

 Mas perante o muito já conseguido, haverá sempre quem diga que falta isto ou aquilo, numa atitude de clara desvalorização. E também compreendemos porque a insatisfação é bem própria do ser humano!

Também nós queremos sempre mais e melhor, mas o possível é algo que fica sempre aquém da nossa vontade.

Hoje, damos mais um passo na qualificação do nosso território urbano. Não foi um processo tão célere quanto todos desejaríamos, reconheçamos.

Não ousarei, contudo, falar dele sem que, primeiro, com toda a humildade, profira uma palavra de agradecimento, apreço e reconhecimento pela capacidade de espera e paciência que todos os mais frequentes utilizadores e moradores daquela zona souberam ter, até que pudessem ver e sentir a obra acabada.

Foi, porém, um processo cujo resultado final muito nos orgulha, nos dignifica, nos estimula e nos retribui auto-estima.

A Circular Norte / Avenida da Notabilidade que hoje se inaugura configura uma política de mobilidade moderna e capaz de suportar um urbanismo equilibrado e respeitador do interesse colectivo, elementos fundamentais da qualidade de vida.

É essa qualidade de vida que será sempre o objectivo primeiro da nossa acção, porque as pessoas estarão sempre na linha da frente das nossas preocupações.

A zona norte da malha urbana da vila, outrora fragmentada, conflituosa e desorganizada em termos de fluidez de trânsito, ganha assim um elemento regulador, indutor de segurança e potenciador de um desenvolvimento urbano mais organizado, coerente e ordenado.

Senhor Governador Civil do Distrito de Leiria,

É particularmente honroso para nós ter V.ª Ex.ª como principal testemunha deste acto inaugurativo.

Temos orgulho em tudo isto, repito, mas seria ingenuidade ou falta de ambição pensar-se que tudo está feito. Temos consciência do tanto que há, ainda, para fazer.

Mas é essa mesma consciência que nos faz caminhar em frente com determinação, dedicação, seriedade, responsabilidade e, muitas vezes, teimosia.

É essa consciência que nos faz ter respeito pelo futuro, por todos aqueles que nos hão-de suceder e cuja felicidade dependerá, em parte, de nós.

É essa consciência que nos faz ter respeito pelo passado, por todos aqueles que nos antecederam e que com o seu esforço e o seu trabalho escreveram a nossa história.

A Castanheira de hoje não é mais a Castanheira de ontem, muita coisa mudou. As mudanças vão mesmo continuar a acontecer a um ritmo bem mais acelerado e temos todos de estar preparados para essa onda de mudança. Porém, é neste contexto que assume particular importância preservar a memória e a história.

Cabe aqui reafirmar que escutar a voz da história constitui um gesto de inteligência, decisivo para promover o desenvolvimento de uma comunidade.

 Mas a história de um povo é feita pelas pessoas e é também com pessoas que se preserva a identidade desse mesmo povo.

O caminho está repleto de obstáculos, mas há que tudo fazer para os ultrapassar, seguir em frente com determinação e objectivos bem delineados. A comemoração deste 94º aniversário da elevação a concelho deverá ser para nós um momento de reflexão, um momento de união, mas, sobretudo, um momento de renovar a esperança, ainda que haja sempre quem a queira matar.

 Termino com uma frase da autoria de Faíza Hayat e com a qual não podemos estar mais de acordo:

“Só a esperança é eternamente jovem”

 

Muito Obrigado.

 

                                                                                                                                                  (04-07-2008

                                                                                                                                          Fernando Lopes)



publicado por Filipe Lopo às 09:47
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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008
1ª Gala Internacional "Full Contact Fighters KX4" - Afinal Onde Está a Verdade?

AFINAL ONDE ESTÁ A VERDADE?

 

No passado dia 25 de Junho do corrente ano, recebemos o email da www.fpfullcontact.com que passamos a transcrever na integra:

 

"De acordo com directrizes dos organismos internacionais, procedeu-se às seguintes alterações nos combates principais do Fight Card da 1ª Gala Internacional "Full Contact Fighters KX4", a ter lugar no dia 5 de Julho no Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Castanheira de Pêra:

Rafael Silva (Guimarães)  defenderá o Titulo Nacional de Ultimate Full Contact / Vale Tudo com Vandinho (Lisboa) num combate que será de desforra ao realizado no passado dia 15 em Matosinhos.

Jaroslav Poborsky (Republica Checa) disputará o Titulo Europeu (vago) de Ultimate Full Contact / Vale Tudo, com Divino Rui (Viseu)

Em breve serão anunciados os restantes combates do Fight Card sob regras K-1, Vale Tudo, Full-contact c/ Lowkick e Thai-Full-contact.

 

Cumprimentos,

Federação Portuguesa de Full-contact
Quinta da Carreira, lote 48
3500-098 Viseu - Portugal
Tel / Fax: +351 232 458352
E-mail:
fpf@fpfullcontact.com
www.fpfullcontact.com

 

==================================

 

Com base nesta notícia, até porque a Federação Portuguesa de Full-Contact nos merecia respeito e consideração, a noticia foi por nós publicada no nosso Blog de Noticias de Castanheira de Pera, http://castanheiraemnoticia.blogs.sapo.pt/, sendo por nós depois divulgada por toda a imprensa.

Esta noticia trouxe algumas confusões… Até porque o responsável pelo evento desportivo, “Castanheira k x 4 Turismo e Eventos Desportivos Lda”, contactou-nos no sentido de rectificar-mos a noticia publicada e divulgada.

Facto que não podíamos fazer sem um desmentido da Federação respectiva… Hoje, recebemos da Federação Portuguesa de Full-Contact um email que, também; transcrevemos na íntegra e que contém as alterações de “última hora”… isto é: - Volta tudo á primeira forma… …

Eis  a transcrição do email do dia 2 de Julho:

 

"O Fight Card da 1º Gala Internacional “Full Contact Fighters KX4” a ter lugar no próximo Sábado, dia 5 de Julho, no Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Castanheira de Pêra será:

 

Defesa do Titulo Mundial Profissional de Ultimate Full Contact / Vale Tudo -83Kg 3Rounds X 5 minutos

Jaroslav Poborsky (Republica Checa) Vs Rafael Silva (Portugal)

UFC 2X5

-85Kg Divino Rui (Viseu) Vs Luís Silva (Guimarães)

FC 5X2

-61Kg Luís Neves (Viseu) Vs André Marcelino (Fátima)

FC 5X2

-75Kg Fernando Soares (Viseu) Vs Paulo Lopes (Guimarães)

K-1 3X3

-85Kg Klebber Vandamme (Lisboa) Vs Bruno Silva (Guimarães)

UFC 2X5

-70Kg Vitaliy Kalynyuk (Viseu) Vs TBA (Lisboa)

UFC 2X5

-63Kg Sergiu Ghilescu (Fatima) Vs Miguel Salgado (Guimarães)

LK 4X2

-67Kg Illya Popov (Viseu) Vs Francisco Vieira (Porto)

LK 4X2

-73Kg Eduardo Lopes (Calde) Vs Pedro Leite (Porto)

LK 4X2

-73Kg Jani Mauricio (Viseu) Vs Jorge Sousa (Porto)

UFC 2X4

-65Kg Óscar Nave (Viseu) Vs João Santos (Calde)

UFC 2X4

-55Kg André Batista (Viseu) Vs Tomas Lopes (Calde)

 

UFC – Ultimate Full Contact

FC – Full Contact

LK – Full Contact c/ LowKick

K-1 – Full Contact regras K-1

O evento é organizado pela Castanheira KX4 Turismo e Promoção de eventos Desportivos, sob a égide da Federação Portuguesa de Full-contact e conta com o apoio da Câmara Municipal de Castanheira de Pêra.

 

INFORDESPORTO

http://infordesporto.sapo.pt/Informacao/Modalidades/OutrasModalidades/

noticiaoutras_fullcontactgalacastanheira_020708_512366.asp

 

Cumprimentos,

www.fpfullcontact.com

 

=========================

Deixem-me perguntar apenas:

- Afinal somos nós, os jornalistas ou colaborares de imprensa, que somos os culpados das falsas noticias ou informações enviadas pelos Organismos que deveriam enviar noticias ou informamações credíveis?

Responda quem souber…

Já agora, desejamos que esta 1ª Gala Internacional “Full Contact Fighters KX4” a ter lugar no próximo Sábado, dia 5 de Julho, no Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Castanheira de Pera, seja um grande êxito quer para os Atletas em competição, quer para a Organização e mesmo para o Concelho de Castanheira de Pera.

 

 

Filipe Lopo

filipelopo@sapo.pt



publicado por Filipe Lopo às 17:32
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