Página não oficial do Concelho de Castanheira de Pera
Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007
Entrevista a Paulo Correia - Presidente da Direcção do Sport Castanheira de Pera e Benfica
  1. ...”É-me difícil perceber como uma empresa municipal não dá qualquer subsidio na época 2006/2007... Deu em 2005/2006. Consegue no entanto ter disponibilidade para apoiar instituições fora do Concelho”, Paulo Correia á nossa reportagem.

 

Estando o Sport Castanheira e Benfica com as eleições á porta, sabendo nós de que a actual Direcção está disposta a sair, deixando o caminho aberto para que outro grupo se candidate á liderança da Direcção de um Clube cuja História quase se confunde com a do Concelho em que está inserido, decidimos  falar com o actual Presidente da Direcção.

Paulo Manuel Tavares Correia, 42 anos de idade,  Director de Balcão do Banco Santander Totta S.A. em Pombal, onde reside actualmente, deixando Castanheira de Pera, onde está ligado por laços familiares e pessoais; devido á responsabilidade que hoje tem na vida profissional.

Expresso do Centro: -  Fale-nos um pouco do seu Percurso Desportivo (Atleta, Director, ou outra situação relevante):

Paulo Manuel Tavares Correia: - Motivado pelo facto do meu pai ter sido atleta do clube e o meu irmão ter seguido as suas pisadas e como eu não ter queda para a “bola”, comecei no Sport como massagista em 1985 onde estive até 1989, em 1993/95 assumi a minha primeira direcção como presidente da direcção até 1995, novamente presidente da direcção de 1997 a 1998 e novamente presidente da direcção de 2002 a 2007.

E.C. - Como Presidente do SCPB sentiu que, ou teve que tomar decisões menos agradáveis?

P.M.T.C. - Quando estamos nestes cargos estamos sempre sujeitos a ter de tomar decisões, umas agradáveis outras desagradáveis, muitas das vezes em desencontro com a nossa opinião, temos de ir de encontro com os interesses da instituição, não é agradável prescindir de pessoas nem sequer de atletas, temos de tomar opções olhando aos interesses da instituição, o que nem sempre é compreendido por quem de direito e interveniente.

E.C. - Tomaria as mesmas decisões hoje, ou mudaria alguma coisa?

P.M.T.C. - Á determinadas decisões que se tomam, que só após a analise ao resultado da acção se torna evidente se foram correctas ou não. Na grande maioria das decisões, considero-as as mais correctas e necessárias.

 

E.C. - A Equipa de Trabalho que esteve ao seu lado (Por exemplo: - Restantes elementos da Direcção, Equipas Técnicas e Auxiliares), soube estar e defender os mesmos interesses, ou foi necessário alguma vez ter de actuar sozinho para bem do Clube?

P.M.T.C. - Isso são situações internas que existem em qualquer direcção e tem de ser tomadas muitas vezes em contradição com alguns elementos. Quem dirige tem o objectivo de fazer o melhor pela instituição. Quem comanda, não quer só o bem da instituição quer também o seu próprio bem. Temos de ter consciência daquilo que temos e muitas vezes somos obrigados a tomar decisões para o próprio bem estar dos atletas. Não podemos esquecer que o clube passou em 2002 de 2 equipes para  as 5 actuais. Um acréscimo em termos de atletas superior a 150%! As maiores dificuldades prendem-se com o gerir de pessoas e atletas. Somos o único clube que fornece tudo aos atletas sem qualquer retribuição por parte dos mesmos! Vemos por exemplo um Atlético Avelarense, entre outros que possuem uma mensalidade dos pais. Nós, no Sport, não temos esse tipo de apoio. Há clubes em que são os pais que se deslocam com os filhos para os treinos e jogos. Em Castanheira se o Sport não os for levar e trazer a casa não tem atletas... É um problema de sociedade. Se pedimos para fazerem inspecções médicas, ninguém vai ao seu médico de família... É o Sport que tem de contratar uma empresa externa para fazer os mesmos... isto tem custos. Agora ao nível da Direcção, colaboradores e técnicos, tem existido espaço para se poder fazer melhor.

 

E.C. - As ajudas monetárias recebidas, subsídios ou outros; são suficientes para o bom andamento do Clube?

P.M.T.C. - Não são suficientes quando se quer ter algo mais para dar. O Sport vive de um subsidio protocolado com o Município e da ajuda da Junta de Freguesia. No dia que estes dois apoios acabarem, o clube também acaba. As pessoas não sabem quanto custa uma inscrição, não sabem por exemplo que um jogo em Castanheira custa 250 € em policiamento e taxas de jogo; não sabem que o valor médio de bilheteira e de 65 a 90 € por jogo, excepto quando temos jogos com equipas rivais em que poderemos chegar aos 250 €! As pessoas não sabem que temos de arranjar por fim de semana mais de 200 sandes e sumos... Só com grande disponibilidade de técnicos e colaboradores é que se tem conseguido manter tanta gente a praticar desporto. Falhas? Também temos e reconhecemos que houve alturas em que não tínhamos ninguém disponível para ajudar, e faltaram sandes e sumos... É aqui que defendo a falta de acompanhamento dos pais ao clube. Parece estranho termos tantos miúdos nos escalões de formação e vermos consecutivavente dois ou três pais a ver o jogo de futebol em que os filhos participam! Tem de haver maior ligação pais/filhos/clube. É imprescindível. Os pais na minha opinião e no interesse dos seus próprios filhos, devem e podem ser os directores dos departamentos de formação. Tivemos casos que não tínhamos directores disponíveis e houve atletas que foram parar ao hospital... não fora um ou outro pai que acompanhavam a equipa, não tinha havido ninguém a acompanhar o miúdo ao hospital

E.C. - Seria possível a “sobrevivência” do SCPB sem as ajudas exteriores, apenas com a cotização dos sócios?

P.M.T.C. - Até a Sede nos levavam! É impossível! Como sabe temos mantido a Sede praticamente fechada. Porquê? Vende-se diariamente entre as 20 e as 23 horas 2/3 cafés, 1 cerveja e pouco mais... não dá para a luz, muito menos para pagar a quem quer que seja. Pergunta-me se calhar o porquê do afastamento dos sócios do clube. Não sei explicar. Talvez a maledicência de determinado sócio o explique... Também acredito que a própria situação social de Castanheira, com a perca de população e a abertura de inúmeros ‘espações’ de cafetaria provoque esse afastamento. Quanto aos sócios, existem cerca de 600 inscritos, mas apenas duzentos e poucos são pagadores das suas obrigações. A 6 € ano estamos a falar de 1.200 €/ano! Não dá sequer para inscrever uma qualquer das nossas equipas.

E.C. -  Quantos Atletas movimentou esta época o Clube?

P.M.T.C. - O clube movimentou esta época cerca de 100 atletas nas suas equipes.

E.C. -  No seu entender, crê que outras modalidades são possíveis, ou apenas o Futebol é viável num Clube como o SCPB inserido num contexto concelhio como Castanheira de Pera?

P.M.T.C. - Neste momento vejo com grande apreensão a continuidade das modalidades no clube, a não ser os escalões de formação e, aí, vejo o futebol, quanto a outras modalidades, acredito no andebol e pouco mais. O problema da Castanheira consiste na falta de técnicos para outras modalidades. Nestes cinco anos fomentámos a possibilidade de alguns atletas tirarem cursos de treinadores de futebol e futsal. Existem um ou dois técnicos de andebol e pouco mais. Acredito no entanto que existem outras opções viáveis e, caso continuasse no clube, creio que a existência do clube passaria apenas pelos escalões de formação tendo como modalidades o futebol, o futsal, o andebol e o atletismo... também uma vertente de ginastica e outra de dança, funcionaria bem, numa perspectiva de reactivar a sede do clube e trazer os sócios até á Instituição. Pergunta-me, não falou do futebol sénior? Estou desiludido com o futebol nesse escalão. Criou-se á volta dos jogadores uma obrigação de ter um subsidio mensal como outro clubes teem... é impossível o clube fazer mais do que já faz. Há clubes nossos vizinhos a pagarem aos jogadores 300, 400, 500 e até 600 €/mês. Seria o fim do clube. No entanto confirmo que tivemos jogadores a receber subsídios, porque sem isso já este ano não teríamos equipa e para a época que fizemos estou triste e desapontado:- Tinha sido preferível ter acabado com o futebol sénior.

E.C. -  O que pensa sobre o actual situação do Clube?

P.M.T.C. - Não entendo bem com o quer dizer com esta pergunta. Revejo nela um outro sentido. No entanto, a minha opinião é que o clube está a chegar a uma fase que tem de analisar o futuro. Como sabe cada vez há mais gente a sair de Castanheira, não existem alternativas de emprego e de fixação de pessoas, jogadores da terra e a viver em Castanheira são muito poucos. Se queremos ter uma equipa de futebol sénior competitiva, isso custa dinheiro. O que não temos. Logo temos de repensar o futuro e rever o que queremos e podemos ter, isto porque o clube não pode ser só apoiado pela câmara e pela junta. Não temos grandes empresas em Castanheira... as pequenas empresas e empresários que temos, ajudam no que podem, o que não é muito face á conjectura económica actual, tanto local como nacional. Por outro lado as pessoas que utilizam meios e argumentos baseados no espirito “se não estás com eles és contra eles” que com a sua maledicência, cartas anónimas e falta de rosto, continuam a minar as possíveis ajudas ao clube. Também não ajudam nada.

Esta direcção está farta de tanta aldrabice, que quando pedimos provas do que dizem, nunca teem. _Mas nós mostramos a verdade e os documentos, não temos nada que nos envergonhe. Podíamos fazer melhor? Se calhar podíamos. 

 

E.C. -  A actual situação do SCPB, teve como consequência principal os Sócios, os Atletas, ou outros elementos exteriores ao Clube, ou mesmo todos, ou alguns em conjunto?

P.M.T.C. - Continuo a dizer-lhe que não entendo “A actual situação do Sport”. A situação do Sport é igual a de todos os clubes nesta fase da época. A única situação anormal, é que esta direcção recebeu um ultimato em carta anónima de um associado (já entregue á GNR para entrada do respectivo auto de averiguações ao suspeito), que exige a esta direcção não se poder candidatar ás próximas eleições.

Quanto á continuidade do clube, essa depende de uma nova direcção a eleger no mês de Julho.

As equipas estão inscritas, não existem dívidas, e as que existem, está assegurada a sua liquidação. Não vejo onde a sua pergunta quer chegar, tem de ser mais objectivo.

 

E.C. -  Vai continuar na Direcção, apresentando uma Lista nas próximas eleições?

P.M.T.C. - Não vou continuar. Entendo que é altura de me retirar. Não devido a ultimatos. Isso vai ser com a justiça. Existem acusações de dividas ao fisco que vão ter de ser provadas em sede própria, ou seja:- Nos Tribunais! E com certeza irá haver um forte pedido de indemnização aos prevaricadores das calúnias lançadas, com proveito para o Clube, conforme instruções dadas ao meu advogado.

Fundamentalmente a minha saída deve-se a não ter disponibilidade. Como sabe não moro em Castanheira, tenho uma profissão que me consome mais de 12 horas por dia e não consigo acompanhar as actividades do clube conforme gosto e devo. Também já é altura de outras pessoas estarem a frente do clube. Tenho pena é que uma dessas pessoas queira ser sempre o tesoureiro dessa casa. Será que é pelos 550 € que o mesmo recebia do clube e que acumulavam com o fundo de desemprego?

Responda quem souber.

E.C. -  Se a resposta for positiva, diga-nos quais os  projectos que tem em mente.

P.M.T.C. - Não é positiva. Devo ser um, ou o Presidente da Direcção com mais anos no activo. Parece-me que ninguém pode colocar em causa o meu carinho e gosto pelo clube da minha terra. Projectos teria, mas não vale a pena referi-los

E.C. - Se a resposta for negativa, diga-nos, dentro dos possíveis; as razões que o levam a tomar tal  atitude.

P.M.T.C. - Como já disse prendem-se com a minha actividade profissional, as intrigas e maledicência de algumas pessoas, a atitude de alguns pais de atletas, a falta continua de infra-estruturas desportivas... a falta de interesse e disponibilidade de dar continuidade ao protocolo de cedência do campo de futebol e a não conclusão das obras do campo de futebol. Vemos campanhas do Estado para o fomento de um relvado em cada concelho. Todos teem.

O Concelho de Ansião não vai ter um mas sim 4!

E a Castanheira??? Miragem e promessas...

E.C. - Na sua perspectiva, como decorreu a última Época Desportiva?

P.M.T.C. - Muito mal nos seniores. Falta de atletas, mas muitas inscrições. Tudo correu mal.

Nos juvenis, com todas as dificuldades motivadas pela saída de alguns atletas; tenho de considerar a época positiva. Lutaram por lugares cimeiros da tabela, mas a desistência de alguns atletas e algumas lesões fizeram que o final fosse algo sofrível. Cumpriram. Parabéns aos que acabaram.

Nos outros escalões todos cumpriram.

35 atletas iniciaram a sua actividade desportiva, outros que a continuem, as bases estão lançadas.

No futsal, uma palavra de agradecimento ás atletas. Tiveram um comportamento muito respeitável, bem acompanhadas pelo seu responsável, António Marques e seus colaboradores.

Em conclusão, foi uma época difícil com os resultados que se puderam obter face a essas mesmas dificuldades.

E.C. - Sobre o Futebol Regional, qual a sua impressão? O que acha estar mal e o que poderia ser alterado?

P.M.T.C. - O futebol regional, do meu ponto de vista; tem de arrepiar caminho. É impossível manter as coisas conforme estão. Temos clubes nos distritais a pagar mais dinheiro a atletas que equipas da 3ª divisão. Donde vem o dinheiro ninguém sabe... As despesas com inscrições, seguros, transportes, inspecções medicas e material são cada vez maiores. As estruturas directivas e os dirigentes são há anos os mesmos. Começamos a estar cansados. A tendência é o nº de clubes ser cada vez menos e vermos cada vez mais os clubes a enveredarem pelo futsal que contém menos atletas, menos custos e estrutura mais leve.

Os últimos dados da AFL assim o espelham.

O que está mal? O futebol com toda a parte económica que está associada.

Amadorismo? O que é isso? Só há nos directores!

Gosto pela camisola? Como alguém dizia:- “Vai para lá vai e não leves a manta!

O que tem de ser alterado? Muita coisa. A começar pelo movimento associativo, a seguir o enquadramento das associações desportivas com a fiscalidade, condição essencial para o futuro das associações e clubes, porque temos de pensar que os apoios das autarquias e órgãos do estado pode acabar ou diminuir.

O reconhecimento da utilidade publica de forma mais abrangente.

Não nos podemos esquecer que os clubes são verdadeiros centros de ATL! Temos a juventude largas horas por semana ao nosso cuidado e projectos para podermos apresentar com subsídios do estado são insuficientes ou nenhuns.

A todos os níveis tem de haver gente nova e motivada, directores, jogadores, árbitros etc.

E.C. - Como vê o futuro do SCPB?

P.M.T.C. - O Sport tem um património imóvel de reconhecido valor, mas tem um património mais fantástico:-  A juventude.

O futuro do Sport é isso mesmo: - A juventude. Mas para isso tem de ter condições para a sua fixação, ensino, emprego boas condições sociais e desportivas.

Não basta dizer que existimos, temos de demonstrar o que queremos e puxar todos para o mesmo lado porque o problema do Sport não é financeiro: - É de infra estruturas, de condições para dar aos seus atletas!... Porque como eu digo, se tivermos um sintético, uma bancada, uma estrada de alcatrão, um bar limpo em vez de barracas, acredito que as expectativas e condições atraiam mais e melhores atletas.

Sem isso, vejo um futuro muito negro não só para o clube como para a Castanheira.

O problema do Sport são os inúmeros atletas que tiveram de procurar emprego fora da terra... a nossa localização geográfica é má, ficamos longe de tudo...

Futebol sénior? Quem ficar terá de o repensar.

E.C. - Se desejar, deixe a sua impressão sobre outros assuntos relevantes para a vida do Clube, e que aqui não foram mencionados

P.M.T.C. - Há situações delicadas, nomeadamente um movimento de sócios que anda muito enganado a ouvir os comentários do profecta da desgraça, que todos sabemos que é. Depois temos os que dizem que muito fizeram e fazem pelo Sport, mas quando lhes pedimos 1.50 € para a entrada ficam chateados, viram as costa e o Sport já não interessa. Mas para pagarem 3.50 € para verem um jogo em Pedrógão ou em Figueiró aí já não há problema em pagar. Estes são os que gostam do clube.

Mas não é só. É-me difícil perceber como uma empresa municipal não dá qualquer subsidio na época 2006/2007... Deu em 2005/2006. Consegue no entanto ter disponibilidade para apoiar instituições fora do Concelho. Não interessam os montantes, a realidade é que para o Sport a porta esteve fechada... mais:

- Rebatendo toda a entrevista, o SPORT não acabou! O Sport precisa  é de estimulo e incentivo e só a Câmara Municipal o pode dar.

A conclusão do parque desportivo é essencial. Não temos instalações dignas. Temos de começar e acabar.

A realidade é que não temos um Pavilhão Gimnodesportivo capaz, não temos um campo de futebol digno, não temos uma piscina coberta... Desportivamente devemos ser o pior concelho do País em infra-estruturas.

Lamento que as pessoas que passaram pelo poder local nunca tenham olhado para o desporto como deviam.

Este é um problema que não é de agora.

O apoio que a autarquia dá é importantíssimo. Sem ele o Sport acaba. Mas tem de fazer mais. Se calhar dar menos Dinheiro e criar mais condições a quem quer praticar desporto.

Aos sócios do Sport, atletas, dirigentes, Câmara municipal, Junta de freguesia, comércio e empresas que nos apoiaram nestes últimos 5 anos e em nome da direcção que represento, o meu muito obrigado e reconhecimento.

Ao Paulo Correia, o nosso agradecimento pelo tempo que nos disponibilizou.

Esperamos sinceramente que o Sport Castanheira de Pera e Benfica, tenha após as eleições para os Corpos Gerentes, um grupo de pessoas capazes de dar o seu melhor, olhando sempre para o bem dos Jovens de Castanheira de Pera.

 Entrevista conduzida por:

Filipe Lopo

Fotos:

Filipe Lopo

filipelopo@sapo.pt



publicado por Filipe Lopo às 09:15
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